2012 , apocalipse , já?
Os exímios astrônomos – Maias – profetizaram:
Primeira profecia: Segundo esta profecia, em 22 de dezembro de 2012, o sol receberá um raio que, sincronizando o centro da galáxia, iniciará um novo ciclo. Será o fim do mundo do materialismo e destruição em que vivemos, e o início de uma nova etapa de respeito e harmonia. Antes desse dia, a humanidade deverá optar entre desaparecer como espécie pensante, que atenta contra o planeta, ou evoluir para uma nova era de integração com o resto do universo.
Segunda profecia: A segunda profecia anunciou que, a partir do eclipse de 11 de agosto de 1999, as transformações físicas do sol alterariam o comportamento humano. Disseram que alguns perderiam o controle de suas emoções e outros afinariam sua paz interior para entrar em sincronismo com os ritmos da galáxia. Poderão, assim, neutralizar as mudanças drásticas que descrevem as seguintes profecias.
Terceira profecia: Na terceira profecia, os maias asseguram que a conduta antiecológica do homem aumentará a temperatura da Terra e produzirá desequilíbrios climáticos e geológicos. A falta de sincronismo entre nosso comportamento e a natureza trará grandes problemas, como a evaporação da água dos solos, incêndios florestais e a destruição das colheitas. A atitude a ser tomada será crucial para transformar esta época de crise.
Quarta profecia: Aqui, é prevista uma onda de calor que provocará o derretimento de gelo dos pólos. Segundo os maias, este será o tempo em que o planeta se tornará limpo e verde, todavia as costas serão inundadas e as milhares de pessoas que vivem próximo ao mar correrão sérios riscos…
Quinta profecia: Segundo a quinta profecia, se não sintonizarmos nosso comportamento com os ritmos da natureza e da galáxia, antes de 2012 veremos falhar todos os sistemas sobre os quais está baseada nossa civilização. Produzir-se-á um colapso da rede informática, eletricidade, o sistema econômico e a religião. A partir disso, o homem perceberá a necessidade de reorganizar a sociedade de um modo mais harmonioso e menos competitivo.
Sexta profecia: Fala-se da aparição de um cometa que trará transformações físicas muito bruscas em nosso planeta. A partir de seus cálculos, os maias asseguram sobre a existência de alta probabilidade de que um cometa se choque com a Terra. Contudo, sustentam que é possível desviar sua trajetória, por meios físicos ou psíquicos.
Sétima profecia: Nesta sétima profecia, os maias nos deixaram uma mensagem de esperança. Disseram que, a partir de um esforço voluntário para obter harmonia e paz interior, poderemos desenvolver novos sentidos e integrá-los ao funcionamento da galáxia. Assim, poderemos reduzir os efeitos nocivos anunciados por outras profecias e renascer em uma nova era, “a era da luz”.
O calendário maia
Foi com esta visão cíclica do tempo que os maias criaram o calendário mais sofisticado já concebido por uma civilização. Complexo e preciso, na verdade são 3 calendários em 1. O primeiro e mais conhecido é o calendário Solar, conhecido como Haab. Tem 365 dias divididos em 18 meses e 20 dias, mas um curto período de 5 dias, considerado muito desfavorável. Seus cálculo são tão precisos que ele é 4 segundos mais precisos que o calendário usado hoje! O segundo calendário é o cerimônial de 260 dias, chamado Tolkien, que consistia em 13 números combinado em 20 dias (13*20=260). Este calendário era usado para entender várias dimensões da experiência humana. Por exemplo, baseia-se no período de 9 meses da gestação humana. Eles usavam este calenário para unir processos divinos e terrenos. Mapeava o destino dos maias, pois cada dia do Tolkien tinha um siginificado especial ditado ao seu nome e alinhamento astrológico a ele associado, como um Zodíaco. Usavam este calendário para batizar crianças, decidir o melhor dia para batalhas e casamentos, e prever fenômenos astronômicos como eclípses e os ciclos de Vênus. Os maias combinavam o Haab com o Tolkien como duas engrenagens, formando o chamado calendário circular, que é um ciclo de 52 anos que combina o ano solar com o ciclo de 260 dias. Os números, os dias, os meses só se repetem a cada 52 anos. Isto equivale hoje ao nosso século. O terceiro calendário que os maias usavam para calcular o tempo é o de Conta Longa. Este sistema era central para o conceito maia de tempo. Foi através deste calendário que os maias calcularam o fim do mundo e fizeram suas outras predições. A conta longa media o tempo transcorrido desde a mítica origem dos maias. Transcrevia o tempo de vida de reis e indivíduos. Após anos recolhendo dados astronômicos, arqueológicos e iconográficos, estudiosos calcularam que o calendário de conta longo teria começado em 13 de agosto de 3114 a.C. e terminaria em 21 de dezembro de 2012, o dia do juízo final. O calendáiro de conta longa contêm unidades de tempo chamados Katuns que equivalem cerca de 20 anos. Para cada Katun, os maias formulavam uma profecia específica. Os Katúns e suas profecias se repetiriam a cada 260 anos.
Primeira profecia: Segundo esta profecia, em 22 de dezembro de 2012, o sol receberá um raio que, sincronizando o centro da galáxia, iniciará um novo ciclo. Será o fim do mundo do materialismo e destruição em que vivemos, e o início de uma nova etapa de respeito e harmonia. Antes desse dia, a humanidade deverá optar entre desaparecer como espécie pensante, que atenta contra o planeta, ou evoluir para uma nova era de integração com o resto do universo.
Segunda profecia: A segunda profecia anunciou que, a partir do eclipse de 11 de agosto de 1999, as transformações físicas do sol alterariam o comportamento humano. Disseram que alguns perderiam o controle de suas emoções e outros afinariam sua paz interior para entrar em sincronismo com os ritmos da galáxia. Poderão, assim, neutralizar as mudanças drásticas que descrevem as seguintes profecias.
Terceira profecia: Na terceira profecia, os maias asseguram que a conduta antiecológica do homem aumentará a temperatura da Terra e produzirá desequilíbrios climáticos e geológicos. A falta de sincronismo entre nosso comportamento e a natureza trará grandes problemas, como a evaporação da água dos solos, incêndios florestais e a destruição das colheitas. A atitude a ser tomada será crucial para transformar esta época de crise.
Quarta profecia: Aqui, é prevista uma onda de calor que provocará o derretimento de gelo dos pólos. Segundo os maias, este será o tempo em que o planeta se tornará limpo e verde, todavia as costas serão inundadas e as milhares de pessoas que vivem próximo ao mar correrão sérios riscos…
Quinta profecia: Segundo a quinta profecia, se não sintonizarmos nosso comportamento com os ritmos da natureza e da galáxia, antes de 2012 veremos falhar todos os sistemas sobre os quais está baseada nossa civilização. Produzir-se-á um colapso da rede informática, eletricidade, o sistema econômico e a religião. A partir disso, o homem perceberá a necessidade de reorganizar a sociedade de um modo mais harmonioso e menos competitivo.
Sexta profecia: Fala-se da aparição de um cometa que trará transformações físicas muito bruscas em nosso planeta. A partir de seus cálculos, os maias asseguram sobre a existência de alta probabilidade de que um cometa se choque com a Terra. Contudo, sustentam que é possível desviar sua trajetória, por meios físicos ou psíquicos.
Sétima profecia: Nesta sétima profecia, os maias nos deixaram uma mensagem de esperança. Disseram que, a partir de um esforço voluntário para obter harmonia e paz interior, poderemos desenvolver novos sentidos e integrá-los ao funcionamento da galáxia. Assim, poderemos reduzir os efeitos nocivos anunciados por outras profecias e renascer em uma nova era, “a era da luz”.
O calendário maia
Foi com esta visão cíclica do tempo que os maias criaram o calendário mais sofisticado já concebido por uma civilização. Complexo e preciso, na verdade são 3 calendários em 1. O primeiro e mais conhecido é o calendário Solar, conhecido como Haab. Tem 365 dias divididos em 18 meses e 20 dias, mas um curto período de 5 dias, considerado muito desfavorável. Seus cálculo são tão precisos que ele é 4 segundos mais precisos que o calendário usado hoje! O segundo calendário é o cerimônial de 260 dias, chamado Tolkien, que consistia em 13 números combinado em 20 dias (13*20=260). Este calendário era usado para entender várias dimensões da experiência humana. Por exemplo, baseia-se no período de 9 meses da gestação humana. Eles usavam este calenário para unir processos divinos e terrenos. Mapeava o destino dos maias, pois cada dia do Tolkien tinha um siginificado especial ditado ao seu nome e alinhamento astrológico a ele associado, como um Zodíaco. Usavam este calendário para batizar crianças, decidir o melhor dia para batalhas e casamentos, e prever fenômenos astronômicos como eclípses e os ciclos de Vênus. Os maias combinavam o Haab com o Tolkien como duas engrenagens, formando o chamado calendário circular, que é um ciclo de 52 anos que combina o ano solar com o ciclo de 260 dias. Os números, os dias, os meses só se repetem a cada 52 anos. Isto equivale hoje ao nosso século. O terceiro calendário que os maias usavam para calcular o tempo é o de Conta Longa. Este sistema era central para o conceito maia de tempo. Foi através deste calendário que os maias calcularam o fim do mundo e fizeram suas outras predições. A conta longa media o tempo transcorrido desde a mítica origem dos maias. Transcrevia o tempo de vida de reis e indivíduos. Após anos recolhendo dados astronômicos, arqueológicos e iconográficos, estudiosos calcularam que o calendário de conta longo teria começado em 13 de agosto de 3114 a.C. e terminaria em 21 de dezembro de 2012, o dia do juízo final. O calendáiro de conta longa contêm unidades de tempo chamados Katuns que equivalem cerca de 20 anos. Para cada Katun, os maias formulavam uma profecia específica. Os Katúns e suas profecias se repetiriam a cada 260 anos.












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